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Dança

Em 2018, como sonoplasta, começou a colaborar nos laboratórios de criação The Playground, na Rambert Dance Company, nos quais colaborou com  vários coreógrafos, entre os quais Miguel Altunaga,  Darren  Ellis, Rob McNeill, Susan Kempster, James Bridge, Zjana Muraro, Luca Bracia e Anastasia Papaeleftheriadou.

Em Portugal colaborou com coréografos como Amélia Bentes, Yola Pinto, Romulus Neagu e Ana Vitória.

Como performer trabalhou com a coreografa Anton Mirto no âmbito da performance final Variations of Fear do MA Costume Design for Performance da London College of Fashion

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RELOAD, nenhum lugar é, sem um Génio... 
sonoplastia e video  
Centro de Arte de Ovar, Cineteatro Louletano 2023

RELOAD, nenhum lugar é, sem um Génio... é uma performance participativa de desenvolvimento comunitário que homenageia a hipótese de recomeçar do zero um pensamento sobre a nossa própria existência.
Uma existência de múltiplas vontades, onde um eminente estado de inquietude e manifesto vigora e onde todos somos, sem exceção, refugiados em potência, num planeta que implora pelo nosso sentido de pertença.
RELOAD provoca uma reflexão aberta -sem expetativa de respostas imediatas-, sobre as relações humanas, a relação entre o Homem e a sua noção de ambiente, o progresso contínuo e os limites com que nos deparamos entre uma ideia de desenvolvimento desenfreado e as inevitáveis consequências no mundo físico e relacional, tal e qual o conhecemos.
Um bailarino viaja num lugar utópico, (re)construindo o seu movimento a cada vez, com outros corpos oriundos de vários lugares, na expressão fisicalizada de um imaginário coletivo comum.
Poeticamente, a ideia de voltar a um paraíso perdido...

Direção Artística e Coreografia: Yola Pinto
Interpretação: Miguel Santos e participantes das residências
Espaço Sonoro: Noiserv, Nuno Veiga, Yola Pinto
Espaço Cénico e Objetos em Cena: Yola Pinto em colaboração com comunidade local
Desenho de Luz: Cristóvão Cunha
Recolha/Projeção Vídeo: Nuno Veiga
Produção Executiva: Sezen Tonguz
Consultoria do Projeto: Maria João Santos
Produção Pacatodisseia: Associação Cultural
Apoio à Criação: OPART | Estúdios Victor Córdon
Coprodução: Centro de Arte de Ovar, Cineteatro Louletano, Dançando com a Diferença, Teatro Aveirense

To our nothing
sonoplastia  
Teatro Viriato, Viseu 2022 

É a memória imutável? Como contornar o esquecimento e o silêncio na construção da memória histórica? Qual o papel da memória na definição da identidade? Numa altura em que se questiona a identidade como povo, a identidade como cidadão, a identidade como agente de mudança, importa criar espaços de problematização e de reflexão sobre este assunto através da criação artística e da intervenção cultural.

Este projeto nasce da convicção de que a história de cada indivíduo se reflete numa outra história mais ampla – a dos movimentos artísticos e até a dos movimentos sociais.

“To our nothing” mergulha na dimensão humana e artística do intérprete, e realiza um exercício de reflexão e introspeção personificada do indivíduo/artista, sobre a existência de uma relação triangular, às vezes conflituosa, entre a pessoa, o intérprete e a personagem, no ato da criação/vivência artística.

Em palco, temos acesso a uma avalanche de histórias, acontecimentos e emoções que aparecem como um acervo de memórias inseguras, soterradas pela passagem do tempo, colocando dúvidas sobre pertença e transformação de um passado comprometido pela memória e pelo esquecimento e pela sua permanência no presente.

criação e Interpretação : Romulus Neagu

convidados especiais: Leonor Keil, Félix Lozano e Peter Michael Dietz

desenho de Luz: Cristóvão Cunha

sonoplastia: Nuno Veiga

vídeo e edição: Tomás Pereira 

produção: INTRUSO 

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(In)visibility
sonoplastia  
Maratona Para o Gil,
Culturgest 2023 
International Encounter PRESENCE, ABSENCE, INVISIBILITY,
Lisboa 2022

Visible (AB/sence) pretende criar uma relação entre as diversas contribuições no processo criativo, interpretativo e de investigação, através da criação e apresentação, num formato misto, entre a performance e a comunicação em espaços alternativos, de um objeto artístico.
Será um estudo físico sobre a ausência na presença. Tornar algo invisível em visível é um grande desafio aos artistas que transformam o próprio corpo em sujeito e em objeto de pesquisa. Criar estados de vulnerabilidade interpretativa como forma de criar ligações de alteridade com o público. Questionar estratégias e sistematizar ferramentas de criação que potenciem processos de composição e interpretação em Dança.
Na importante função e caraterísticas das relações entre criadores e intérpretes, o projeto utilizará e aprofundará os conceitos de 'corpo versátil, 'corpo disponível', 'intérprete criador', 'criador investigador' e 'professor investigador', conceitos já consolidados no entendimento contemporâneo da Dança.

coreografia: Amélia Bentes
investigador: Vítor Garcia
intérprete: Ana Moreno
música ao vivo: Nuno Veiga
apoio: Centro de Artes de Marvila, Escola Superior de Dança, ACCCA

Encruzilhada
sonoplastia  
Teatro das Figuras , Faro / Espaço Cultural Mercês Trindade, Lisboa 2022 

A Instauração Performativa ENCRUZILHADA é fruto de encontros - a partir de Residências Artísticas em comunidades e aldeias de Norte a Sul de Portugal - com mulheres que vivem em contexto de silenciamento e invisibilidade social e à margem dos acontecimentos culturais de suas cidades e que para este projeto generosamente e corajosamente partilharam suas memórias e histórias sobre seus legados e heranças matrilineares.

Ana Vitória se coloca neste centro, lugar de atravessamentos e encruzilhada, para dar corpo, tônus afetivo, voz e presença à memória destas mulheres de ontem, de hoje e de amanhã em seu tempo espiralar, na tentativa de buscar recuperar o desamparo ancestral de cadeias matrilineares, na qual bisavós, avós, mães, filhas, netas e bisnetas, pouco sabem sobre suas heranças e histórias. Aqui o ritual performativo de celebração das nossas ancestres opera em consonância ao pensamento da arte como disparadora da existência humana.

direção Artística, Instauração e Performance  – AnaVitória

desenho de Som – Nuno Veiga

realização Expografia -  Cristovão Neto

figurinos – AnaVitória e Eloísa D’Ascensão

adereços - Márcia Ganem e Eloísa D’Ascensão

desenho de Luz – Luis Moreira

vídeo Instalação de Encruzilhada – AnaVitória e Pedro Nunes Senna

fotografia – Bruno Veiga

vídeos Registro – Bruno Canas

culta – Comunicação Cultural

produtora – Carla Reis

Celan
sonoplast 
Teatro Aquilo, ACERT, Lisboa Incomum 2021-2022 

CELAN é um projeto multidisciplinar em torno do universo poético do Paul Celan (1920, Cernãuti, Roménia–1970, Paris, França), que nas palavras do João Barrento é definido como “um caminho coerente, implacável, em crescendo, para o buraco negro da «majestade do absurdo» que carateriza o presente do Homem.”

CELAN surge como um lugar de encontro e partilha em volta da poesia celaniana e pretende criar uma ligação mais forte e profunda com a palavra, com a voz, com as sonoridades dos poemas recitados em diferentes idiomas na procura de uma “musicalidade” comum que influenciará e moldará os corpos dos intérpretes/performers “no sentido de uma descida mais funda às raízes da existência e da linguagem, de um percurso suicida do corpo e do verbo”, como referia o mesmo J. Barrento numa das suas apresentações da obra poética do Paul Celan. Baseado num núcleo artístico permanente composto por João Madeira (contrabaixo), Nuno Veiga (artista multidisciplinar/eletrónica/sonoplastia) e Romulus Neagu (movimento, voz, performance), o projeto será desenvolvido durante um itinerário performativo marcado por 4 momentos específicos de residências artísticas de pesquisa, criação e apresentação multidisciplinar em Guarda, Viseu, Tondela e Lisboa.

conceção e Coordenação artística: Romulus Neagu

criação/Interpretação: Nuno Veiga, Romulus Neagu, João Madeira

convidados Criação/Interpretação: Yola Pinto

interpretação LGP: Valentina Carvalho

produção: INTRUSO

produção Executiva: Héloïse Rego

coprodução: Aquilo Teatro, ACERT- Trigo Limpo, Instituto Cultural Romeno, Lisboa Incomum Parceiro Institucional - República Portuguesa – Ministério da Cultura

Vasto
sonoplastia  

Centro de Artes de Marvila, CDCE – Festival FIDANC 2021 

VASTO Procura o seu lugar na fronteira entre o eterno e o transitório e entre duas paisagens de composição: a paisagem do movimento dos corpos e a paisagem sonora. Estes são, por isso, corpos que dançam metáforas do que lhes é efémero e transitório, mas que precisam de existir nem que seja apenas um instante para se tornarem eternas, vastas, e que desta forma descobrem, na entrega total a um momento presente, a unicidade de cada um e de todos. Vasto é construído por fragmentos, pensamentos por vezes acelerados e que nunca se repetem, são constantes nascimentos que vão e vêm sem nunca nos apegarmos a nenhum. Pretende despertar uma força misteriosa, vasta, complexa e profunda de cada ser. Corpos- ação que procuram o prazer num caos organizado, num descontrole controlado, num confuso definido. Há uma fluidez quase infinita, empurrada pela própria respiração, empurrada pela própria vida, pelo universo interior. O jogo do afeto. É como se eu quisesse virar o corpo do avesso e ver o que só sei sentir.A peça é passada nestes breves encontros e desencontros, que se dão durante o horário de visita, e explora temas como a morte, a redenção, a família, a arte, o humorismo e as refeições de hospital.

Direção e Coreografia  Amélia Bentes

Intérpretes Rodrigo Teixeira, Lia Vohlgemuth

Sonoplastia (ao vivo)  Nuno Veiga

Figurinos  Tomás Vohlgemuth

Desenho de Luz  Amélia Bentes Direção técnica , Raúl Seguro

Coprodução I CDCE – Festival FIDANC – Évora Apoios I FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN, Centro de Artes de Marvila, Musibéria - Serpa, Biblioteca de Marvila Comunicação e Assessoria de Imprensa | Associação Vaca Magra

Fontelo
 concepção e interpretação  

Temporary Autonomous Art Festiva, Psychosonic Action, SKRONKDANCE, Drónica (Reino Unido) 
Sabotage, Teatro Viriato, Jardins Efémeros, Roof Dance Festival  (Portugal)
Oooh Festival (Itália) 

 

Fontelo é um projeto sónico-ritual performativo criado por Nuno Veiga em 2018, tendo feito várias apresentações ao vivo no Reino Unido, Portugal e Itália, sempre em colaboração com vários artistas sonoros e com uma forte componente de improvisação.

Únissono
concepção e sonoplast 
Teatro da Trindade, Lisboa 2021 

Uníssono é uma peça de improvisação que propõe o movimento como veículo de criação e composição sonora em paralelo com o espaço acústico envolvente. Uma criação de Nuno Veiga (som), lançando o convite a vários bailarinos e coreógrafos. Aqui com Yola Pinto (movimento) numa vertente experimental, em uníssono com o espaço nas suas diversas frequências numa amplificação conjunta de escuta dos lugares onde acontece.

vídeo Joana Linda

gravação áudio Mestre André  

Lisboa Soa 2020

(Re)Home
encenador assistente  
The Space, Londres 2020

Nuno Veiga foi o encenador assistente do coreografo Miguel Altunaga, na sua coreografia Re(Home) no Resolution, o maior festival coreográfico do Reino Unido.

coreografia Miguel Altunaga

performers James Gallego Olivo and Imogen Alvares

encenador assistente Nuno Veiga

desenho de luz Michael Lee Woolley

produção Julia Gillespie

musica David Preston

vídeoNauris Buksevics

Rambert | BBC Arts- DancePassion
sonoplast 
Rambert Dance Company, Londres 2018-2020 

Participou, como sonoplasta, nos laboratórios de criação "The Playground", na Rambert Dance Company, nos quais colaborou com  vários coreógrafos, entre os quais Miguel Altunaga,  Darren  Ellis, Rob McNeill, Susan Kempster, James Bridge, Zjana Muraro, Luca Bracia e Anastasia Papaeleftheriadou.

Vídeo referente à participação na BBC Arts #DancePassion, em colaboração com o coreógrafo da Rambert, Miguel Altunaga Verdecia.

Variations of Fear
interpretaç
ão 
London College of Fashion, Londres 2011 

MA Costume Design for Performance

 

figurino Mariona Sala de Buen

coreografa Anton Mirto

performer Nuno Veiga

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